sexta-feira, 12 de junho de 2009

Sobre dedicatórias


Xeretando hoje nas prateleiras do Sebo da Ivete, local que visito quase que religiosamente na esperança de achar algo que fuja do lugar comum, dei de cara com um livro escrito por jornalista aqui da terrinha, com uma dedicatória feita ao colunista de jornal mais conhecido do Estado. Apesar de ser chamado – na dedicatória – de “ilhéu de maior prestígio de Santa Catarina”, o agraciado mesmo assim se desfez da obra. Fico com pena do autor, que enviou o livro com registro de apreço, e do presenteado, que não teve o cuidado de pelo menos suprimir a página antes de vender/trocar ou quem sabe passar adiante para alguém que vendeu/trocou o livro (sabe-se lá os caminhos tortuosos dos livros depois que saem definitivamente de nossas mãos).
Aliás, dedicatória é uma coisa que me intriga. Tenho alguns livros devidamente autografados e com palavras lindas. Não tenho o hábito de me desfazer de livros, mas no dia em que o fizer, pretendo conferir um por um. Atenção, galera: quando eu passar desta para melhor, favor não se livrarem dos meus livros sem conferir antes. É muito feio.

2 comentários:

HAZEL disse...

Olá, Denise!
Obrigada pelas visitas e pelo comentário.
Coloquei as letras dos textos mais escuras, para facilitar a leitura.
Espero que já não tenhas dificuldade em ler. Obrigada pela sugestão.

Beijos mágicos!

Elisa disse...

Putz, isto não é mais um mico, mas sim um King Kong!
Fiquei curiosa, mas não seria indelicada, jamais ... rs
Fiquei pensando no que escreveste e penso que, mesmo que o leitor/presenteado não tenha o hábito de guardar os livros depois de devorá-los, deveria arrancar a página da dedicatória e lembrar que esta sim, é o verdadeiro presente.
Bjks
Bjks